Que os câmbios automatizados já têm seu espaço reconhecido no mercado,
isso não é novidade, mas eles realmente valem à pena? Essa pergunta é
para ser respondida na base do “vale, mas...”.
Sim, o automatizado é menos evoluído do que o automático, mas ele também é mais barato e se torna uma opção para quem não quer ou não pode pagar o preço por um veículo com câmbio automático. Caso a solução seja apelar para o automatizado, no Brasil apenas pela Fiat e a Volkswagen oferecem.
Se a tecnologia embarcada não é a mesma, ao menos você consegue o conforto que de não ter que acionar o pedal de embreagem o tempo todo e consegue passar com menos stress e dor de cabeça pelos inevitáveis congestionamentos diários.
Sim, o automatizado é menos evoluído do que o automático, mas ele também é mais barato e se torna uma opção para quem não quer ou não pode pagar o preço por um veículo com câmbio automático. Caso a solução seja apelar para o automatizado, no Brasil apenas pela Fiat e a Volkswagen oferecem.
Se a tecnologia embarcada não é a mesma, ao menos você consegue o conforto que de não ter que acionar o pedal de embreagem o tempo todo e consegue passar com menos stress e dor de cabeça pelos inevitáveis congestionamentos diários.
Cerca de um ano atrás a Fiat “casou” seu câmbio Dualogic ao motor 1.6
E.torQ na família Palio, que antes vinha equipada com o antigo 1.8 que
era fornecido pela GM. O conjunto com o motor E.torQ ficou agradável e
seus 117 cv com etanol e 16,8 kgfm de torque dão conta do recado em
qualquer situação.
Melhor seria esse casamento com um câmbio automático ou manual, já que conduzindo sem congestionamento, o Dualogic deixa a desejar com seus constantes trancos a cada troca de marcha e por às vezes fazer reduções indesejadas, nessa hora, o melhor a fazer é manter o carro no modo manual, onde o motorista realiza a troca as marchas através de toques para frente ou para trás na alavanca de câmbio.
O Palio preza pelo conforto na hora de falar de suspensão, macia até demais e por isso acaba criando um certo desconforto em curvas acentuadas, já carroceria torce muito e balança lateralmente demais em pisos irregulares. Apesar de essas características acentuarem a sensação de instabilidade, o modelo não dá sensações de trabalhar no limite de sua estabilidade.
Melhor seria esse casamento com um câmbio automático ou manual, já que conduzindo sem congestionamento, o Dualogic deixa a desejar com seus constantes trancos a cada troca de marcha e por às vezes fazer reduções indesejadas, nessa hora, o melhor a fazer é manter o carro no modo manual, onde o motorista realiza a troca as marchas através de toques para frente ou para trás na alavanca de câmbio.
O Palio preza pelo conforto na hora de falar de suspensão, macia até demais e por isso acaba criando um certo desconforto em curvas acentuadas, já carroceria torce muito e balança lateralmente demais em pisos irregulares. Apesar de essas características acentuarem a sensação de instabilidade, o modelo não dá sensações de trabalhar no limite de sua estabilidade.
Seu interior é confortável e agradável pela acessibilidade e fácil
acesso aos comandos, mas já sente o peso da idade chegando, deixando a
desejar no quesito design que um dia já foi atual e está no mercado
desde 2007, quando a terceira geração chegou ao mercado.
Com um conjunto que já tem sua idade e está prestes a ser substituído pelo novo Palio que roda por várias cidades do país em testes finais e será a quarta geração do modelo – mais atual e parecida com o Punto – ele tem sim qualidades e virtudes que o fizeram um dos melhores de vendas nesses quase cinco anos de vida.
Quanto ao câmbio à premissa é a da oferta x procura. Se dois anos atrás houve procura para que se desenvolvesse uma versão mais barata de um câmbio sem o pedal de embreagem, de certo uma hora poderá haver demanda para que os câmbios automatizados evoluam e continuem sendo uma opção mais acessível ao câmbio automático.
Com um conjunto que já tem sua idade e está prestes a ser substituído pelo novo Palio que roda por várias cidades do país em testes finais e será a quarta geração do modelo – mais atual e parecida com o Punto – ele tem sim qualidades e virtudes que o fizeram um dos melhores de vendas nesses quase cinco anos de vida.
Quanto ao câmbio à premissa é a da oferta x procura. Se dois anos atrás houve procura para que se desenvolvesse uma versão mais barata de um câmbio sem o pedal de embreagem, de certo uma hora poderá haver demanda para que os câmbios automatizados evoluam e continuem sendo uma opção mais acessível ao câmbio automático.
No site da marca, o Palio 1.6 Dualogic é
oferecido a partir de R$ 39.230 com câmbio automatizado e tem como
itens de série, conta-giros, desembaçador do vidro traseiro, direção
hidráulica, faróis de neblina, para-choques na cor do veículo, protetor
de cárter, vidros dianteiros elétricos e volante com ajuste de altura,
entre outros.
Com todos os kits disponíveis, ele pode passar facilmente dos R$ 50 mil, valor pelo qual o consumidor pode levar para casa um Punto Essence 1.8 Dualogic em sua configuração mais básica (R$ 49.260), o que significa que já o preço já ficou salgado demais.
Com todos os kits disponíveis, ele pode passar facilmente dos R$ 50 mil, valor pelo qual o consumidor pode levar para casa um Punto Essence 1.8 Dualogic em sua configuração mais básica (R$ 49.260), o que significa que já o preço já ficou salgado demais.
Fonte | carmagazine.uol.com.br







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